22 novembro 2009

É a minha voz que quero que oiças. É as minhas palavras que quero que leias. É a mim que quero que vejas. Um papel um pouco machucado; um coração um pouco magoado. Não posso encontrar forma de te dizer, se não esta forma de te mostrar, de te fazer compreender.

Foi um sonho, uma nova amplitude. Um desafio, um novo caminho. Foi em ti que apostei, uma novo horizonte que criei. Sinais, e mudanças, que tu não viste. Palavras e inseguranças, que tu não ouviste.

Para ti foi um jogo, para mim um desafio. Para ti uma aposta, para mim um futuro.

Quero que oiças bem alto. Quero que vejas bem nitidamente. Quero que sintas bem fundo. Quero que te imagines no papel posterior ao teu. Quero que assumas, que admitas. Quero que mudes, que voltes.

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